Marcia Poppe, em Março de 2026
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara
Paciência ~ Lenine, 1999.
Essa música do Lenine, além de linda em letra e melodia, é um convite à desaceleração consciente, a partir de um lugar de presença e sensibilidade.
Através do meu trabalho como Coach Integral, certificação que tenho há quase 5 anos, faço convites o tempo todo. Esse artigo, como não poderia deixar de ser, também é um convite. Um convite delicado, porque minha aproximação é sensível por natureza (neurobiologia, preferências, experiência de vida, consciência de mim etc.) e por formação.
Enxergo hoje, com muita clareza, que minha escolha pela escola onde cursei, que de início se manifestou como uma atração intuitiva (que fazia total sentido apenas para mim), foi uma das decisões mais coerentes que já fiz. Deixando de lado os desafios particulares, e em linguagem bem clara, “deu match”. Nesse campo, a experiência direta da metodologia contribuiu e ainda contribui para meu próprio desenvolvimento como ser humano e como profissional. Com ela, através dela e do modo como habito o mundo, convido e sou convidada à desconstrução o tempo todo.
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